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Brinquedo novo - Kindle 8ª geração

 

 

Quem aí também é fã de tecnologia? Eu adoro um brinquedinho eletrônico novo para aproveitar as inovações da área. Confesso que hoje em dia me sinto mais confortável lendo em tela do que em papel, exatamente pela dimensão das letras e a tecnologia anti-reflexo, já que tenho fotofobia. Às vezes eu pego uns livros que tem a página de um branco tão alvejado que atrapalha a minha leitura. Isso já não acontece com as telas, mesmo do tablet e do celular, já que possuem a tecnologia "leitura noturna", onde a página fica preta e a letra branca. Foi por essa motivação que decidi adquirir um novo e-reader. Quer saber como foi a escolha? Se sim, continua lendo que prometo que vai te ajudar a escolher seu próximo gadget.

 

QUANDO TUDO COMEÇOU

 

Em 2011 comprei a primeira versão do iPad, super pesado e grandão. Usei para substituir os cadernos da faculdade, usando o editor de texto e tal. Mas o tiro saiu pela culatra: sempre fui aquela ferreira defensora dos livros em papel e me peguei LENDO todos os textos da faculdade no iPad, além de livros e textos para a monografia. Pronto, nascia aí um monstro. A leitura digital ficou cada vez mais presente na minha vida.

 

Vamos fingir que a tela não está imunda, ok? xD 

 

 

Aí entrei para a minha segunda faculdade e, como tenho um problema muito sério de coluna, não andava gostando de carregar o iPad para cima e para baixo, já que a 1ª geração é um trambolho, de um peso descomunal. Como estava sem money para comprar um novo, lembrei que meu pai tinha um e-reader de paperscrean da Sony jogado num canto de casa, então decidi dar uma chance. Gente, foi amor à primeira vista.

 

 

 

Usei DIRETO o e-reader a ponto da tela dele descolorir (ainda dá para ver um eco na imagem). Tudo bem, peguei ele já velhinho, não era a última versão do aparelho, mas usei muito mesmo assim. Ficou de um jeito que eu nem conseguia mais ler o que estava escrito de tão clara que ficou a tela. Além da bateria ter pego um pequeno vício, coisa bem comum em eletrônicos mais jurássicos. Acabei voltando para o iPad, já que money que é good nós não had. hahahahahaah

 

 

 

Acabei investindo um pequeno dinheiro em um teclado e uma capa novinha para o iPad, já que ele seria meu fardo particular. Mas não estou reclamando não, ainda gosto muito de ler nele, além de usar ele direto hoje em dia, seja o editor de texto, joguinhos e afins, seja para ler mesmo textos da faculdade (já que nada melhor que o Adobe Reader para ler arquivos em PDF).

 

Só que aí veio a Bienal. Lá tinha estantes do Kobo, do Lev e do Kindle. Tocar aquelas fofuras foi um show a parte, me apaixonei de novo pela paperscrean. Além disso, minha mãe queria algo para ler seus livros que fosse mais leves que o livro em si e mais barato que o iPad mini de última geração dela, já que ela trabalha no Rio de Janeiro, então já se viu, se formos assaltados que o dano seja menor. Hahahahahahahaha...

 

Não comprei imediatamente na Bienal, pois queria comparar melhor os modelos (mania de capricorniana. Quem se identifica?). Então começou a saga pelo e-reader perfeito.

 

COMUM OU PAPERWHITE?

 

Isso foi algo bem fácil de escolher. Minha mãe precisava algo com luz própria, já que gosta muito de ler em ambientes escuros. Eu, por outro lado, não suporto fazer nada no escuro, além do LED não ser legal pra minha fotofobia.

 

Kindle Paperwhite 

 

 

Assim, foi um paperwhite para mamis e comum para mim.

 

KOBO, LEV OU KINDLE?

 

Aí começou a verdadeira batalha. O KOBO foi o primeiro a ser excluido pois tinha uma estrutura muito parecida com os tablets e eu estava tentando sair um pouco dessa vertente, queria algo com um preço bacana e simples de usar, sem ser aqueles eletrônicos bombril, 1001 utilidades.

 

KOBO

 

 

Ficou entre o LEV e o Kindle mesmo. A guerra foi travada: funcionalidades muito parecidas, preços muito próximos, qualidades excelentes. Enquanto o Kindle tem a interface mais rápida, o LEV é o único que otimiza arquivos em PDF como se fosse um MOBI ou um ePub. Estava muito difícil de escolher.

 

LEV Saraiva

 

 

O que quase (quase mesmo) me convenceu foram as possibilidades de compra. Enquanto o LEV era facilmente encontrado a pronta-entrega em qualquer livraria Saraiva, sem nem precisar ser uma MegaStore, o Kindle ficava mais refém do site da Amazon. Com vontade de ter em mãos logo o meu e-reader, fiquei a uns 10 metros de um LEV (fiquei parada em frente à livraria pensando xD). Mas aí surgiu uma coisinha que fez meu mundo mudar: Kindle Unlimited.

 

KINDLE UNLIMITED

 

 

 

A descoberta dessa Netflix de livros fez minha vida mudar de forma drástica. A biblioteca é bem recheada, mesmo que alguns mais badalados não estejam, nunca faltam títulos para apreciação. Pensar em milhares de livros a minha disposição por apenas R$19,90 por mês me ganhou. Além do fato de poder baixar os títulos pelos aplicativos de iOS e Android. Fiquei extasiada. Isso fez tudo mudar.

 

ENFIM...

 

Acabei escolhendo o Kindle da 8ª geração por conta de todas as vantagens descritas acima e, agora já tendo usado muito, não me arrependo nem um pouco. Foi uma compra excelente, recomendo fortemente para os leitores compulsivos.

 

 Comparando o meu antigo da Sony com meu novo Kindle

 

 

ONDE COMPRAR

 

Comprei o meu em uma loja de gadgets autorizada da Amazon em um shopping no Rio de Janeiro, mas no site da Amazon nunca faltam facilidades e opções para você escolher.

 

  

E aí, você também tem um Kindle? Conta a sua experiência aqui embaixo e poste uma foto sua com ele no Instagram com a #blog50livros que vou adorar ver e curtir.

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