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DE MALA E CUIA - 1º dia - Primeira tentativa (Las Vegas)

 

Então chegou o dia da viagem! Ansiedade e animação a parte, fomos atrás da nossa felicidade em terras norte-americanas.

 

Bom, não moro na cidade do Rio de Janeiro, fazendo com que a saga comece 1 hora e meia mais cedo que o normal, com aquele traslado casa-aeroporto em um van alugada (já que o guerreiro Renault Logan aqui de casa não comporta tantas malas).

 

Pegando aquele trânsito básico na Baixada Fluminense e Linha Vermelha, chegamos sem atrasos ao Galeão (conhecido também como Aeroporto Internacional Tom Jobim). Aí da-lhe fila da Gol. Nunca peguei uma atendente tão lenta e sem prática em toda a minha vida.

 

Mas, só para dar uma contextualização, o Terminal 1 do Galeão está em obras de modernização, a mesma que o Terminal 2 passou antes da Olimpíada. Por conta disso, vários voos internacionais que tinham saída pelo Rio de Janeiro foram transferidos temporariamente para o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Então, várias empresas fizeram convênios com empresas nacionais para realizar essa ponte aérea. No nosso caso, Aeroméxico, o voo até São Paulo seria feito via Gol (GIG-GRU).

 

Já sentimos a pegada desorganizada da Aeromexico quando a atendente (a lerda mesmo) disse que a Gol não era autorizada a emitir o bilhete de embarque da empresa mexicana e que, por mais que nossa mala fosse direto para a Cidade do México, teríamos que fazer o check-in da Aeromexico em Guarulhos. Ou seja, sair do salão de embarque, ir até área de desembarque, ir até a de embarque, fazer o check-in, voltar para o salão de embarque. Ou seja, confusão completa e prato feito para o desastre.

 

Mas as pegadinhas do destino não param por aqui. O nosso voo, adivinhem?, estava atrasado. Até aí tudo bem, ano passado (2016), voando pela Delta, o nosso voo do Santos Dumont até Guarulhos também estava atrasado, mas deu tudo certo no final.

 

Quem disse a primeira vez que cada caso é um caso, não estava brincando. O voo atrasou mais ou menos 1 hora, mas desembarcamos em Guarulhos ainda 1 hora antes da decolagem do nosso voo da Aeromexico. Ainda faltavam 20 minutos até o embarque, então apressamos o passo para termos uma certa folga para pegar o voo seguinte.

 

O causo se deu quando a empresa Aeroméxico não nos deixou fazer o check-in, sendo que tínhamos ainda 50 minutos para embarcar. Vale lembrar que as nossas malas já tinham ido para o voo, mas, aparentemente, nós não estávamos aptos a embarcar. Daí, a Gol, responsável pelo atraso, teria que remarcar nosso embarque.

 

Fomo para a Gol resolver nosso problema. Mesmo frustrados, estávamos ainda esperançosos com a chance de irmos em um voo ainda naquele dia. Tinham algumas pessoas na nossa frente que também sofreram com atrasos e estavam sendo colocados em voos de outras companhias. Aí chegou a nossa vez e, olha que lindo, a Aeroméxico não permitia que a Gol nos colocasse em outra companhia. Então, só poderíamos embarcar no dia seguinte!

 

Sim, meus senhores, eu e minha família perdemos 1 dia da viagem.

 

Vamos, pegue esse lencinho, seque essas lágrimas que também são minhas, e vamos continuar com a saga.

 

Como nada poderia ser feito a respeito da companhia aérea, a Gol foi obrigada a nos pagar transporte, alimentação e estadia até embarcarmos no voo do dia seguinte. Até aí, tudo certo, tudo bem. Faltavam apenas nossas malas.

 

Uma pessoa da Gol, responsável pelas bagagens, foi atrás de nossas malas. Chegou uma, chegaram duas, chegaram três. Mas e a minha mala?! Ela estava oficialmente desaparecida. Saiu o moço da bagagem pra procurar.

 

E entra hora e sai hora, já era 3 horas da manhã, quando esse ser trás minha mala. E, olha que coisa interessante, ela quase pegou o voo e eu não! Essa é para chorar, está liberado.

 

E estávamos no hotel designado pela Gol (que não direi o nome, porque não vale a propaganda gratuita as custas da minha sanidade), lá pelas 4 da manhã, que nos demos conta: 1 dia inteiro em Las Vegas foi perdido por muito pouco, algo que poderia ser sanado facilmente.

 

A história acaba por aqui? Não, graças a Deus, não. Em breve liberarei mais postagens sobre a viagem em si e, no final da saga, farei uma postagem extra sobre as minhas considerações acerca da Aeroméxico, acho que ela merece um post próprio. Segurem o forninho, porque coisa boa não vem.

 

E aí, curtiram o post? Espero que sim, porque ainda tem muitos da série De Mala e Cuia para aparecer aqui! Hahahahahahahaha... Já perdeu um voo em condições semelhantes? Se sim, coloca aqui nos comentários que vou adorar ler e responder.

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