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MOMENTO PIPOCA NO SOFÁ - impressões da 1ª Temporada de "Mindhunter"

 

CUIDADO: essa resenha pode conter spoilers! Então, se você ODEIA isso, acho melhor você não ler esse post. ;-)

 

 

SINOPSE

 

Estados Unidos, 1977. Holden Ford (Jonathan Gross) e Bill Tench (Hold McCallany), dois agentes do FBI, possuem um plano ambicioso em mente: desenvolver a primeira pesquisa nos EUA sobre a mente dos assassinos. Para isso, eles precisam ganhar a confiança dos detentos e superar uma série de desafios.

 

 

 

SOBRE O CRIADOR

 

 

Joe Penhall é um escritor e produtor, conhecido por "A Estrada" (2009), "Mindhunter" (2017) e "Amor Para Sempre" (2004).

 

PRIMEIRA IMPRESSÃO

 

Logo de início o amor já estava correndo solto. Anos 70, criminologia, baseado em casos reais... Nossa, tinha tudo para me conquistar. E conquistou, devo admitir.

 

Com um ritmo cadenciado e uma história balanceada, a série vai em "despacito", mostrando casos famosos de serial killers norte-americanos com todo o estudo que veio para entender suas motivações, aliando psicologia, estudo comportamental e técnicas policias de investigação e perfil, tudo em uma harmonia absurda.

 

Acho que essa foi a palavra que definiu a primeira temporada: harmonia; harmonia entre roteiro e personagens, enredo e atuação, história real e ficção, nada se sobrepôs. Uma beleza, de verdade.

 

De começo eu achei que seriam só estudos de casos antigos, mas aos poucos, dentro de alguns episódios, mas não se tornando o foco da série, os policiais começam a testar suas teorias na prática, entrando em casos locais e desvendando os assassinados a partir da técnica de perfilamento, método usado de maneira geral pelo FBI na procura e captura de assassinos de casos peculiares. Bom, quem conhece Criminal Minds sabe do que estou falando. Na verdade, são duas séries que se completam muito bem, obrigada.

 

A temporada vai acrescentando informações aos poucos, te dando tempo de entender a fundo tudo o que está se passando. Além disso, a vida pessoal dos protagonistas também envolve bastante, deixando a série menos pesada e, ao mesmo tempo, menos cansativa.

 

PERSONAGENS

 

Os personagens são maravilhosos, mas sem estrelismo, todos tem o mesmo peso dentro da série. Mas devo admitir que os holofotes recaem para os serial killers, extremamente bem construídos e com atuações de tirar o fôlego, mostrando todas as nuances de suas personalidades, ora distorcidas, ora humanas e normais. Um deleite para quem gosta de conhecer e, quem sabe até, estudar a mente humana.

 

 Ed Kemper

 

QUEM VAI GOSTAR

 

Se você é fã de séries policias, thrillers e até psicologia, mas não é lá muito chegado a cenas explícitas de violência, essa série é para você.

 

ESQUENTA, ESFRIA OU FICA MORNA?

 

Ela começa morna e vai esquentando, digamos, meio grau por episódio. Você acha que ela está seguindo o mesmo ritmo, mas quando chega no último episódio, está fervendo e você nem percebeu.

 

 Acho que o Agente Ford percebeu rs.

 

MARATONIZAR OU NÃO, EIS A QUESTÃO...

 

Não é aquela série que vai te deixar maluco para saber o que vai acontecer no próximo episódio, já que a tensão criada dentro do episódio acaba ali mesmo, apesar de ainda sobrar uma pergunta ou outra ainda não respondida. Eu não senti a necessidade louca de maratonizar, mas é uma série que te prende, me fazendo assistir uns 3 seguidos. Em suma, pode começar a assistir sem pressão.

 

ONDE ASSISTIR

 

Netflix

Quer participar do projeto? Então poste uma foto no Instagram assistindo o filme com a hashtag #blog50livros que adorarei ver. E já fez resenha sobre ele em alguma rede social? Então me envie um email para contato@50livros.com que vou ler com muito amor! ;-)

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