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DE MALA E CUIA - Segunda tentativa + desembarque no México (Las Vegas)

 

Após a loucura da primeira tentativa, ficamos em um hotel em Guarulhos, simplesmente esperando. A Gol, apesar de tudo, pagou todas as despesas do dia, como alimentação e transporte para o aeroporto. O hotel era bom, aconchegante, e a comida também boa, mas o pior era esperar. Esperar no Brasil enquanto pensávamos o quanto estávamos perdendo em Las Vegas. Um sentimento de frustração imenso.

 

Mas estristecer sim, retroceder jamais. Apesar dos pesares, desistir não era uma opção (ainda mais que já estava tudo pago). Chegamos com muita antecedência, chegamos ao aeroporto e saímos correndo atrás da Aeromexico, afinal de contas, eles tinham que dar um jeito na gente. 

 

Só que aí a Aeromexico quis lavar as mãos, os safados. Meio que falaram que a Gol não resolveu nada com eles, só balela. Por conta disso trabalhamos à lá espanhola: gritando, batendo o pé e fazendo cara feia. Impressionante como essa linguagem funciona bem no setor de aviação, logo tudo foi resolvido e fomos recolocados no vôo da noite.

 

Aí fizemos o clássico: check-in, despacho de bagagem, sala de embarque. E sabe o que aconteceu? O vôo atrasou! Sim, ele atrasa quase todos os dias! Ou seja, a gente poderia ter embarcado no vôo da noite anterior! Só não quebrei o avião porque queria andar nele, sejamos sinceros aqui.

 

Por falar em avião, nunca tinha andado em um avião tão velho. A tela da TV não era touch, tinha um controle remoto para usar, além de ser uma tela minúscula. E quer saber o mais engraçado? Do outro lado do controle, preso com um fio de mola, igual de telefone antigo, realmente tinha um telefone! Um telefone de fio! Gente, não via aquilo há anos. Hahahahahahahah.. chocada.

 

Bom, mazelas a parte, o vôo foi tranquilo, chegou antes do horário previsto e estávamos super tranqüilos. Até ver a fila da imigração. Vamos trabalhar com a imaginação: pense em um galpão. Pensou? Então, era a imigração. Para ter uma idéia, o lugar estava tão cheio, mas tão cheio, que atravancou a escada rolante! Quem descia atropelava quem estava embaixo! Um show de horrores! E o pior, descobrimos que teríamos que redespachar nossa mala, lá as conexões não enviam sua mala diretamente.

 

A fila era imensa, mas andava relativamente rápido. Eles carimbavam seu passaporte, pegavam um formulário já preenchido por você e pronto, você estava apto a pegar a mala. A sorte é que, mal saíamos da imigração, nossas malas estavam fora da esteira e muito organizadas, foi super fácil de achá-las. Aí era só levar para uma esteira logo na frente, onde o código de barras da mala seria verificado e sua mala despachada. Não entendi muito bem o método, mas tudo bem, não deu errado.

 

Aí era só passar pelo detector de metais (o mais antigo que já vi, por sinal) e pronto, tudo certo para a última conexão. Programa de índio? Com certeza, mas foi tudo ok no final da saga. Embarcamos logo para o vôo para Las Vegas, mais 4 horinhas de viagem, e estaríamos curtindo as férias.

 


E aí, curtiram o post? Espero que sim, porque ainda tem muitos da série De Mala e Cuia para aparecer aqui! Hahahahahahahaha... Já teve uma experiência inusitada no Aeroporto Benito Juárez? Se sim, coloca aqui nos comentários que vou adorar ler e responder.

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