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DE MALA E CUIA - Chegada + Walmart + Tournment of Kings

 

 

E finalmente chegamos em Vegas! Apesar de toda a chatice no México, a Imigração nos EUA foi super tranquila, com agentes muito simpáticos.

 

Fomos diretamente para o hotel, sendo ele o Luxor que já comentei no primeiro post sobre a viagem (ver posts relacionados). Por conta do atraso e tal, enviei um email para a mediadora da reserva, a Best Day, pedindo para avisar no hotel nossa nova data de chegada. Muitos hotéis no exterior trabalham com o "no-show", onde o hóspede perde o direito do quarto por não chegar na data combinada. ADENDO: no Brasil, por conta do Procon e a Associação Brasileira de Hotéis, isso não existe. Você pagou, pode chegar no dia que quiser dentro das datas pagas.

 

Devo salientar que a Best Day foi extremamente solícita, respondeu o email em poucas horas já com o problema sanado. Tanto que, na recepção do Luxor, o atendente disse que meu agente (muito chique) já havia avisado de nosso atraso. Para quem viu a Best Day, que tem preços excelentes, mas ficou com o pé atrás, pode seguir em frente que ela é firmeza. ADENDO: amigo brasileiros, nem sempre quem cobra abaixo do mercado está tentando te sacanear, ok?

 

Nosso quarto, assim como todo o hotel, era temático do Egito. Gente, que coisa maravilhosa! O armário era um sarcófago e a cama uma tumba! Sensacional! hahahahahahahahah.. o quarto era espaçoso, o banheiro muito funcional, mas o serviço de quarto era meio esquisito (pedimos uma toalha extra e vieram 6).

 

Saímos do hotel rapidinho para irmos ao Walmart, comprando comidinhas para o resto da viagem. Bom, pelo menos essa era a expectativa. Ah, vale lembrar que em Las Vegas só nos locomovemos de táxi e de Uber e ambos foram incríveis: baratos, simpáticos, prestativos e na porta dos hotéis. Voltando ao Walmart, compramos comidas sim: um saco de 2 quilos de bala de menta, 3 pacotes tamanho de festa de Reese's, 1 pacote de um quilo de Kit Kat e um fardo com 24 garrafas de água. Isso fora o bando de tranqueira que a gente trouxe, como por exemplo um par de raquetes e petecas de badmington. Detalhe: não jogamos badmington e nem temos quintal.

 

Foi banho de roupa, acessórios, cosméticos, Cetaphil, lenços de papel e potes de plástico comemorativos de Natal (eram ZipLocks dourados). Teve até aqueles pijamas tipo macacão de corpo inteiro em pelúcia (que só vou usar de maio para frente, aparentemente) e um corta-vento para minha mãe (nunca vi a mulher tão feliz de comprar um casaquinho). Sério, não esperávamos tanta coisa.

 

Mas, enfim, fomos para o caixa e, gente, tinha um self-check-out, onde você mesmo passa suas compras, ensaca e paga. Realizei meu sonho de infância de ser caixa de supermercado. Bom, aqui na minha cidade a má vontade está tanta que a única coisa que não faço no supermercado é passar o código de barra (ou seja, o mais legal). E tipo, ninguém fica de olho, vendo se você está roubando alguma coisa. Muito pelo contrário, na saída tinha uma moça que confere as notas fiscais de todo mundo e ela foi super simpática, viu nossas sacolas por cima e pronto, notinha aprovada e fomos pegar o Uber.

 

 

 

Chegamos no hotel, desovamos as compras e partimos para o final da noite: Tournment of Kings. Localizado no hotel Excalibur, o show imitando um jantar medieval conta com show pirotécnico, cavalos e até um jantar para você, caso pago a mais. Querendo a experiência completa, fomos de jantar.

 

 

 

O show é legal, bem lúdico, mas meio B. Nada de uma história forte e atuações de tirar o fôlego, a parada na verdade é meio tosca. Por falar em tosquice, o jantar era servido à medieval: sem talheres. Sopa, legumes, um galeto por pessoa e folhado de maçã comidos sem talheres. Entendo que era um treco imersivo (e todo mundo estava muito satisfeito com isso na platéia), mas brasileiro é meio chato com higiene, comer o galeto com as mãos foi desafiador. Fora a sopa que era tomada diretamente da cumbuca.

 

 

 

E o espetáculo pirotécnico não ajudava, cada bombinha solta no palco, um pedaço de frango no colo ou sopa de tomate na blusa, além das palpitações bizarras. O show é ideal para quem vai com crianças ou famílias com mais diferença de idade entre os integrantes, já que ele é bem family-friendly. Foi legal? Foi. Iria de novo? Acho que não.

 

No próximo post sobre a viagem, vou contar um pouquinho sobre o outlet do sul e o meu primeiro show do Cirque de Solei visto em Vegas. ;-) 

 

E aí, curtiram o post? Espero que sim, porque ainda tem muitos da série De Mala e Cuia para aparecer aqui! Hahahahahahahaha... Já passou por alguma experiência do tipo em Las Vegas? Se sim, coloca aqui nos comentários que vou adorar ler e responder.

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