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A EXPERIÊNCIA de "O Deserto dos Tártaros", de Dino Buzzati - #TAGLIVROS

 

SINOPSE DE ORELHA

 

Feliz por escapar da monotonia da academia militar, o jovem tenente Giovanni Drogo recebe com alegria a missão no forte Bastiani - para ele, a primeira etapa de uma carreira gloriosa. Embora não pretendesse ficar por muito tempo, o oficial de repente se dá conta de que os anos se passaram enquanto, quase sem perceber, ele e seus companheiros alimentavam a expectativa de uma invasão estrangeira que nunca acontece.

A espera pelo inimigo transforma-se na espera por uma razão de viver, na renúncia da juventude e na mistura de fantasia e realidade. Publicado originalmente em 1940, "O deserto dos tártaros" marcou a consagração de Dino Buzzati entre os grandes escritores italianos e foi eleito pela crítica especializada um dos melhores livros do século XX.

 

SOBRE O AUTOR

 

Sua fama mundial é principalmente devido ao seu romance Il deserto dei Tartari, traduzido para português como O Deserto dos Tártaros, de 1940. Dino Buzzati detém um estilo inconfundível, que não obedece a modas e etiquetas, explorando sempre uma visão fantástica e absurda do real. A sua obra está traduzida em inglês, francês, alemão e espanhol e difundida largamente em todo o mundo.
 

MINHAS SENSAÇÕES

 

Confesso que não foi um livro fácil de ler. Dá para entender por que ele é considerado um clássico, mas não foi um passeio tranquilo. A narrativa é naturalmente lenta, para evidenciar a rotina militar. Os personagens, por mais bem construídos que sejam, são difíceis de simpatizar, o que torna a leitura ainda mais enfadonha. Tudo tem um porquê, mas nem por isso foi fácil engrenar na leitura. A edição mais uma vez veio linda, em parceira com a Nova Fronteira, mas ele tinha uma letra menor e uma diagramação mais apertada que a anterior, dificultando ainda mais a leitura. O brinde, as capas de almofada, são bonitas, mas um pouco inúteis para mim.

 

 A revista, por outro lado, estava sensacional, sério. O estilo de escrita do livro estava me travando, mas foi só ler a revista que me ajudou muito, a partir daí a leitura decolou. Aconselho a ler toda ela antes para ajudar na leitura como um todo, já que é um tipo de escrita MUITO diferente do que estamos acostumados. Além disso, o curador desse mês foi um dos meus autores favoritos, o Alejandro Zambra, então foi uma delícia ler a entrevista com ele.

 

 O ponto alto do livro realmente é o final: bombástico e aterrador. Vale muito a leitura.

 

O QUE OUVIR

 

 

Para mim literatura italiana combina muito bem com música italiana contemporânea (nada de ópera, pelo amor de Deus). Tiziano Ferro, a meu ver, consegue muito bem ser o fundo musical desse livro.

 

O QUE ASSISTIR

 

 A gente conhece muito pouco da literatura italiana, então nada mais justo do que aprender um pouco mais sobre ela. Nesse vídeo produzido pela UNIVESP, a professora da USP Aurora Bernardini, especialista em Literatura Italiana e Literatura Comparada, explica muitíssimo bem a importância de "O Deserto dos Tártaros". Vale assistir e conhecer ainda mais.

 

SE VOCÊ GOSTOU DELE, PODE SER QUE GOSTE DE...

 

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Quer participar do projeto? Então poste uma foto com o seu O Deserto dos Tártaros no Instagram com a hashtag #blog50livros que adorarei ver. E já fez resenha sobre ele no Skoob? Então me envie um email para contato@50livros.com que vou ler com muito amor! ;-)

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